Inscrições


Valores e Prazos para inscrição:

LOTE VALOR DATA / LOTE
1º LOTE
R$ 250,00 (inteira)
R$ 125,00 (meia*)
Valores válidos de 05 de janeiro a 28 de fevereiro de 2026
2º LOTE
R$ 300,00 (inteira)
R$ 150,00 (meia*)
Valores válidos de 01 de março a 30 de abril de 2026
3º LOTE
R$ 350,00 (inteira)
R$ 175,00 (meia*)
Valores válidos de 01 de maio a 18 de julho de 2026
  • Será concedida meia-entrada em conformidade com a legislação vigente, para: Estudantes de graduação e pós-graduação regularmente matriculados, com envio de comprovante; pessoas idosas, mediante apresentação de carteira de identidade; e pessoas negras, pardas, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e outros sujeitos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por meio de autodeclaração. Os comprovantes devem ser enviados no email: fmp@forummineirodepsicanalise.com, com o assunto “Meia Entrada”.

CLIQUE AQUI e acesse o modelo de autodeclaração.

CONDIÇÕES ESPECIAIS DE INSCRIÇÃO

Comprometido com as ações afirmativas e com a ampliação do acesso, o Fórum Mineiro de Psicanálise deseja que ninguém deixe de participar exclusivamente por falta de recursos financeiros. Caso o valor da inscrição, mesmo com as modalidades de meia-entrada, ainda seja um impedimento para a sua presença, você pode escrever para o e-mail fmp@forummineirodepsicanalise.com, com o assunto “Condições especiais de inscrição”. As solicitações serão analisadas individualmente, com cuidado e sigilo, com atenção especial a pessoas negras, pardas, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e outros sujeitos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

CLIQUE AQUI e acesse o modelo de autodeclaração.

POLÍTICA DE CANCELAMENTO E REEMBOLSO

Respeitado o direito de arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor para inscrições realizadas pela internet ou fora do local físico do evento, o participante poderá desistir da inscrição no prazo de até 7 dias corridos a contar da data da compra, com reembolso integral do valor pago, desde que o pedido seja feito antes do início do Fórum, na própria plataforma de inscrição.

Inscrições de Trabalhos

XIII FMP
REGRAS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS


A – Modalidade Escrita

  1. Todos os autores deverão ser cadastrados na plataforma no momento da submissão do trabalho.
  2. Para submeter o trabalho à verificação  por pares, o autor precisa estar inscrito no evento do Fórum Mineiro de Psicanálise. Trabalhos em coautoria: Nos casos de trabalhos com mais de um autor, o apresentador deverá obrigatoriamente realizar sua inscrição no Fórum. A inscrição dos demais autores é facultativa e somente será necessária caso tenham interesse em participar do Fórum.
  3. Somente serão avaliados os trabalhos completos e adequados às normas propostas.
  4. O proponente deverá assinalar no ato da submissão o eixo temático no qual seu trabalho deverá ser inserido.
  5. O trabalho deverá ser enviado em formulário específico, “Trabalho Identificado” e “Trabalho sem Identificação”, no campo da plataforma, em dois arquivos, um contendo o nome dos autores e outro sem identificação.
  6. Os trabalhos devem ser entregues em formato PDF, conforme modelo especificado, seguindo normas da APA (7ª edição). Times New Roman 12 e 1,5 de espaçamento entre linhas, tabulação 2,5 para parágrafo, formato A4 (21 cm × 29,7 cm), margem esquerda e superior: 3 cm, margem direita e inferior: 2 cm. Máximo de 5 páginas. Sem contar as referências e o resumo. 
  7. O texto deve conter: resumo, introdução, desenvolvimento, considerações finais e referências bibliográficas. 
  8. O resumo deve conter até 250 palavras. 
  9. A formatação do texto e adequação às normas é de responsabilidade dos autores. 
  10. Juntamente com o texto, deverá ser enviada uma carta, assinada por todos os autores, declarando autoria do trabalho. 
  11. Os trabalhos enviados serão submetidos a um programa de verificação de plágio e produção por inteligência artificial (IA). 
  12. O prazo de envio dos trabalhos inicia-se em 15 de janeiro e encerra-se em 31 de março de 2026.
  13. A avaliação será efetuada por pares no modo “duplo cego”, o que garante completa segurança e credibilidade ao processo de avaliação dos artigos.
  14. Os proponentes serão informados sobre o aceite ou reprovação dos trabalhos via e-mail até o dia 03 de junho de 2026
  15. A apresentação do trabalho, na mesa simultânea, deverá ser executada dentro do prazo de 15 minutos.
  16. Os autores que optarem pela publicação, no momento desta, serão informados pela Comissão dos custos para revisão. 
  17. Dúvidas deverão ser encaminhadas para membros da Comissão Científica: Janilton (035 99993-6663); Roberta (35 98801-9365); Flávia (037 999472070).

B – “Outra Modalidade”

O que se intenciona a partir da “Outra Modalidade” é dar lugar ao que perpassa por outras lógicas e o que pode surgir de maneira singular. A psicanálise nos mostra, em ato, que por vezes só a palavra pode não dar conta de dizer. Portanto, esta categoria abraça o que pode vir a despontar, como exemplo: pinturas, manifestações teatrais, músicas, artesanato, poesia ou qualquer outra forma de expressão, que possa nos oferecer leitura ou escuta frente à temática do XIII Fórum Mineiro de Psicanálise.

Esta proposta de trabalho deve ser apresentada em um texto breve, que descreva um pouco sobre a intervenção, no máximo 300 palavras. Tal descrição precisa conter um título (pode ser o nome da obra), resumo (descrição), nome completo e telefone de contato, e referências bibliográficas (se necessário).

Datas de envio das propostas – 15 de janeiro a 31 de março.

A avaliação será efetuada por pares que entrarão em contato com o proponente através do e-mail cadastrado até 03 de junho de 2026 .

O tempo da apresentação do trabalho será estabelecido no contato do membro da comissão de curadoria com o proponente.

A submissão da proposta deverá ser encaminhada dentro do item “Trabalho Identificado”, em PDF, na plataforma do evento.

Dúvidas deverão ser encaminhadas para o WhatsApp de Marcela (37) 99809-9818.

Eixos Temáticos

  1. Inibição, sintoma e angústia na clínica: Tomada como uma práxis da teoria, em que chegam as diversas formas de sintomas do sujeito, a clínica tem como bússola o sinal da angústia; não somente do afeto mas paradoxalmente como um sinal do desejo do Outro. Como escutar isso nos dias de hoje? Como as inibições, sintomas e angústias aparecem no corpo e nos modos de gozo? O que fazemos com aquilo que escapa à simbolização? Esse eixo nos traz a oportunidade de formalizar, construir e expor a clínica psicanalítica exercida no século XXI. Finalmente, como os psicanalistas podem, no que é possível, simbolizar, através de suas produções, os trabalhos de elaboração e ato da escuta ao outro.

  2. Inibição, sintoma e angústia na formação do psicanalista – refere-se a um percurso ético e não normativo. Sustenta-se no tripé: análise pessoal, estudo e supervisão. Um processo contínuo e sem garantias de que daí advenha um analista. Desde Freud, a questão da formação do analista é colocada concomitantemente com a discussão sobre a análise leiga. No contexto atual, deparamo-nos com o movimento crescente de promessas de formação analítica por meio de ofertas de “cursos de formação”, graduação em Psicanálise, e a busca persistente por regulamentar a psicanálise; a partir daí, ofertar diplomas e certificados como uma suposta garantia de formação psicanalítica. Tudo isso em nome de uma ideia de “democratização” da psicanálise e de uma confusão que se faz entre Ofício do psicanalista e o exercício de uma profissão regulamentada. Nesse sentido, a questão da formação do psicanalista ainda nos convoca a uma tomada de posição e trabalho em torno desse tema.

  3. Inibição, sintoma e angústia na cultura: A psicanálise escuta além do consultório: ela dá ouvidos aos sintomas da cultura, às novas formas de mal-estar, às reinvenções da linguagem, aos efeitos da técnica, às mutações dos laços sociais. O que Freud chamava de “Cultura/Civilização” é o campo onde se inscrevem os discursos que atravessam o sujeito e onde se produzem, também, as modalidades de gozo, os tamponamentos da falta e o silenciamento do desejo. A cultura atual nos convoca a pensar o lugar da Psicanálise diante das questões interseccionais das formas contemporâneas de sofrimento, da medicalização excessiva, da sociedade do espetáculo,  da performance e do consumo. Pensar a Psicanálise na cultura é sustentar sua função de deslocamento, de furo, de corte no saber estabelecido e dominante

 

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